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3 de setembro de 2013

Leia o primeiro capítulo da autobiografia de Johnny Cash


Ao todo são 33 páginas do primeiro capítulo da autobiografia do músico Johnny Cash

3 de junho de 2013

Kings of Leon


Kings of Leon é uma banda de rock formada em 2000 em Nashville, Tennessee, Estados Unidos.


História

Formada pelos irmãos Caleb Followill (guitarra e vocal), Jared Followill (baixo), Nathan Followill (bateria) e pelo primo deles Matthew Followill (guitarra) a banda lançou em 2002 o seu primeiro EP, intitulado Holy Roller Novocaine, atraindo então a atenção da crítica inglesa.2

Durante toda a infância e começo da adolescência tiveram uma educação muito rígida, estudavam em casa e não lhes era permitido assistir televisão ou ouvir música secular.3

Enquanto seu pai ainda fazia parte da associação religiosa, os seus filhos faziam parte da banda da igreja, Leon Followill era um pastor viajante que percorria o sul dos Estados Unidos para pregar nas mais diferentes Igrejas e levava consigo seus filhos.
Youth and Young Manhood (2003)

Em julho de 2003, foi lançado o disco Youth and Young Manhood, primeiro da banda, alcançando sucesso em todo o mundo, principalmente na Inglaterra. O álbum foi eleito pela imprensa inglesa entre os 10 melhores discos de estréia dos últimos 10 anos. Canções como Red Morning Light, Happy Alone, California Waiting e Molly's Chambers são os destaques do álbum.
Aha Shake Heartbreak (2004-2005)

Em novembro de 2004, foi lançado o segundo álbum da banda, este intitulado Aha Shake Heartbreak (lançamento em novembro de 2004 no Reino Unido, em fevereiro de 2005 nos Estados Unidos e em abril no restante do mundo). Precedido pelo single The Bucket que saiu em outubro, o álbum reafirmou a presença da banda no cenário internacional, vendendo mais de 500 mil cópias na Inglaterra em um ano e ganhando disco duplo de platina no Reino Unido. Destaques para King Of The Rodeo, Slow Night, So Long, Pistol of Fire, The Bucket e Four Kicks.

Durante esse tempo eles se tornaram uma das bandas prediletas de grandes nomes do 'Rock', foram escolhidos por Bono Vox para abrir cerca de 20 shows do U2 em sua turnê pelos Estados Unidos em 2005. Em 2005 também o 'Kings' precedeu o show dos Strokes no TIM Festival em 2005 (Rio, Curitiba e SP). Em 2006 saíram em turnê com o Pearl Jam e o Bob Dylan abrindo seus respectivos shows, assim como foram anunciados pela Chrissie Hynde do The Pretenders como uma de suas bandas favoritas.
Because of The Times (2007)
Kings of Leon apresentando-se no Leeds Festival, em Leeds, no Reino Unido em agosto de 2007

Em abril de 2007, é lançado o mais esperado álbum da banda com o título Because of The Times - em alusão a uma conferência americana de mesmo nome, é uma reunião de bispos e pastores protestantes, em que ocorrem vários eventos relacionados à igreja e à fé cristã e que os três irmãos costumavam frequentar todos os anos quando crianças acompanhando o seu pai e ex-ministro pentecostal Leon Followill. Lançado simultaneamente após o single On Call - que conta também com a ótima My Third House. Em julho de 2007, foi lançado o single Fans que também conta com a nova música Woo Hoo. Entretanto não há previsão para o lançamento do álbum no Brasil.

No álbum é perceptível a evolução da banda e a vasta criatividade que eles consolidaram. Após o lançamento, o álbum liderou por várias semanas as paradas britânicas e atingiu o 25º lugar nos Estados Unidos, um feito considerável para eles que até então eram aclamados na terra dos Beatles e pouco conhecidos em seu país natal. Entraram simultaneamente nas paradas da Austrália, Nova Zelândia e Irlanda.

Os destaques do álbum: Knocked Up, faixa de 7 minutos que abre o álbum e a música preferida dos membros da banda. Charmer com os gritos de Caleb Followill, On Call com sua introdução experimental e uma linha impecável no baixo. McFearless apelidada pela banda de "McFantastic", o Rock Arena de Black Thumbnail, os experimentos vocais de My Party em que Caleb Followill utiliza dois microfones, o reggae Ragoo, a dançante Fans uma balada com forte influência do booggie (ritmo dançante dos anos 70) em homenagem a seus fâs britânicos e a última música do álbum Arizona, faixa com influência soul na qual após o 2º refrão Matthew Followill toca triângulo.

Para a crítica, este é o melhor álbum da banda até o momento, que apresenta canções com letras reflexivas e ao mesmo tempo expõe de forma definitiva a originalidade e criatividade da banda para compor.
Caleb Followill
Only by the Night (2008)

Intitulado Only by the Night, é o quarto álbum da banda, lançado dia 19 de Setembro de 2008, na Irlanda, Alemanha e Austrália, e em 22 e 23 de setembro, no Reino Unido e Estados Unidos respectivamente, e agora, com lançamento mundial - incluindo Brasil.

O álbum mais aclamado da banda, com recordes de venda e que conquistou o público norte-americano, que tinha algum receio pela banda que era proveniente da terra do Tio Sam e tinha um estilo um tanto quanto sulista.

Eleito o melhor álbum de 2008 por diversos órgão especializados, presente em diversas categorias em premiações musicais pelo mundo e indicado à três Grammys.

No 52º Grammy Awards, realizando em Los Angeles, nos Estados Unidos,o KOL foi indicado a 4 prêmios: ganhou melhor performance de rock ("Use Somebody") e melhor canção de rock (também "Use Somebody"), perdeu canção do ano e ainda ganhou como gravação do ano.4

O álbum mostra a evolução da banda, assim como novas influências, talvez Only By The Night seja o álbum que mais fuja do estilo southern rock da banda, evoluindo para algo próximo ao post-grunge (ou grunge como declarado pelos próprios), e ao indie, talvez proveniente da paixão da banda pelo cenário do Reino Unido. Destaque para as faixas "Sex On Fire", "Use Somebody", "Crawl" e "Closer".

Em 10 de novembro de 2009, o Kings of Leon lançou seu primeiro DVD intitulado Live at the O2 London, England.5
Come Around Sundown (2010)

O quinto álbum da banda, intitulado Come Around Sundown, foi lançado em 18 de outubro de 2010 no Reino Unido e em 19 de outubro nos Estados Unidos.6 O disco foi gravado nas cidades de Nashville e em Nova Iorque entre fevereiro e junho de 2010. Após o lançamento de Come Around Sundownna Austrália, a banda liberou todas as faixas do CD no seu site oficial.7

Em junho de 2010, o Kings of Leon saiu em turnê pela América do Norte e na Europa, visitando mais de 50 cidades.
Confira uma playlist dos caras:
Fonte: wikipédia

31 de maio de 2013

CAKE


Cake é uma banda formada em 1991 em Sacramento, Califórnia. Eles tiveram vários sucessos nas décadas de 90 e 2000 e gravaram seis álbuns.
Embora a música do Cake seja frequentemente classificada como Rock Alternativo, ela combina vários gêneros musicais como funk, ska, pop, jazz, rap e country. Marcas registradas dessa banda são as letras bem-humoradas e irônicas, as capas de seus discos (bastante semelhantes), o trumpete de Vince DiFiore e o estilo peculiar de John McCrea (voz, guitarra), que em vários momentos enuncia as letras, ao invés de cantá-las.
Confira uma playlist dos caras :



Já houve diversas mudanças na formação do Cake. Victor Damiani (baixo) deixou a banda em 1997, dando lugar a Gabe Nelson. Um ano depois, Greg Brown (guitarra) foi substituído por Xan McCurdy. Finalmente, Todd Roper (bateria) abandonou o grupo depois da gravação do quarto álbum, Comfort Eagle, para priorizar seu filho. Depois da saída do Cake, Damiani e Brown continuaram a trabalhar juntos quando formaram a banda Deathray.
Alguns dos grandes sucessos desse grupo são "Never There", "Short Skirt/Long Jacket", "Frank Sinatra" e uma cover inusitada de "I Will Survive", da diva da música disco Gloria Gaynor.
O grupo abandonou a ideia de lançar um álbum ao vivo que já estava com título (Live at the Crystal Palace), mas lançou um de raridades (B-Sides and Rarities), que traz covers de "War Pigs", do Black Sabbath, e "Never Gonna Give You Up", de Barry White.
Em 11 de janeiro de 2011 a banda lançou o seu sexto álbum de estúdio: Showroom of Compassion.

Atualmente
John McCrea (voz, violão, órgão, vibraslap)
Vince DiFiore (trompete, teclados, percussão)
Xan McCurdy (guitarra)
Gabriel Nelson (baixo)
Paulo Baldi (bateria)
Ex-membros [editar]
Greg Brown (guitarra) - deixou a banda antes de "Prolonging the Magic"
Victor Damiani (baixo) - deixou a banda antes de Prolonging the Magic"
Shon Meckfessel (baixo) - deixou a banda antes de "Motorcade of Generosity"
Pete McNeal (bateria) - deixou a banda durante a gravação de "Pressure Chief"
Todd Roper (bateria) - deixou a banda depois de "Comfort Eagle"
Frank French (bateria) - deixou a banda depois de "Motorcade of Generosity"

Discografia

Álbuns
Motorcade of Generosity (1995)
Fashion Nugget (1996)
Prolonging the Magic (1998)
Comfort Eagle (2001)
Pressure Chief (2004)
B-Sides and Rarities (2007)
Showroom of Compassion (2011)
Álbuns ao vivo
Live at the Crystal Palace (TBA)
Hoje em dia a versão instrumental da música Short skirt/long jacket é apresentada no começo da série Chuck, da NBC.

Fonte:wikipédia

28 de maio de 2013

Of Monsters And Men biografia

Of Monsters And Men é um grupo de folk/indie, composto por seis pessoas, de origem Islandesa. Foram vencedores do Músíktilraunir (competição nacional de bandas da Islândia).

23 de maio de 2013

Solange Knowles irmã da Beyonce







Solange Piaget Knowles (nascida em 24 de Junho de 1986 em Houston, Texas) é uma atriz norte-americana, cantora de R&B, produtora e modelo. Ela é a irmã mais nova de Beyoncé Knowles. Na carreira de atriz fez o filme As Apimentadas - Tudo Ou Nada, que é sobre líderes de torcida, ao lado de Hayden Panettiere e interpretando a música Bring It On Home. Também fez o filme Férias da Família Johnson no papel de Nikki Johnson, participou igualmente do clipe da irmã Beyoncé Get Me Bodied

Seu pai, Matthew Knowles, é o empresário dela e de sua irmã. Foi ele que patrocinou a banda Destiny's Child, antes da carreira de Beyoncé. Atualmente Solange está trabalhando na divulgação de seu novo álbum, Sol-Angel and The Hadley St. Dreams. Solange tem um filho, Daniel Smith, nascido em 2004.

A DJ e cantora Solange Knowles, irmã da Diva pop Beyoncé, posou para a capa da revista britânica Rollacoaster e fez algumas revelações sobre a família. "Beyoncé continua sendo um grande modelo para mim, mas acho que foi um processo de aprendizagem insano ter ela como irmã mais velha", explicou.

Para Solange, a experiência familiar mostrou tudo de bom e ruim que a fama e o sucesso trazem. "Pude perceber que realmente gosto da minha privacidade e de ser capaz de levar meu filho para a escola todas as manhãs, além de buscá-lo todas as tardes", contou.

A cantora e DJ disse saber que não poderia fazer isso caso estivesse em um "próximo nível" de sucesso, assim como a irmã. "Nesta fase, como sabemos, a privacidade não pertence mais a você. Definitivamente, fiz um esforço consciente para continuar fazendo o que gosto de fazer".


Sobre se tornar tia da pequena Blue Ivy, Solange disse que é muito diferente de ser mãe, mas que ainda há um tipo de ligação magnética de amor impossível de descrever. Segundo ela: "Em geral, acho que os bebês são tão adoráveis - e a filha da minha irmã é muito linda. É muito especial ter uma sobrinha, pois gostaria de ter uma menina também no futuro".


Discografia
Ano Titulo Posições Vendas
US US
R&B
2002 Solo Star 49 23
US: 120,000
2008 SoL-AngeL and the Hadley St. Dreams 9 3
US: 250,000
Singles

Ano Titulo Posições Álbum
US US R&B JAP US DANCE
2003 "Feelin' You (Part II)" 73 2 Solo Star
"Crush"
2008 "I Decided" 68 44 79 1 Sol-Angel
"Sandcastle Disco" 1
2009 "T.O.N.Y." 62 1

Veja também:

Janelle Monáe - The Electric Lady



Fonte:wikipédia e beyoncealways.com

22 de maio de 2013

Beirut



Tem essa versão de Leãozinho do Caetano:

Olha que para um estrangeiro cantar em português é muito difícil,mas gostei valeu a homenagem...

Biografia


Beirut é uma banda formada em 2006 em Santa Fé (Novo México) por Zach Condon. Em 6 de Novembro de 2006, a etiqueta britânica 4AD lançou o primeiro disco de Beirut, este editado graças à colaboração de Jeremy Barnes (Neutral Milk Hotel) e Heather Trost (A Hawk and a Hacksaw). A banda é fortemente influenciada pela música , trazendo assim instrumentos como violinos, violoncelos, órgãos, pianos, ukuleles, tambores, congas, clarinetes, bandolim, guitarra, e trompetes. Apesar da pouca idade (22 anos de idade) Zach foi capaz de encontrar novos mundos sonoros e transferi-los para a sua música; ele combina elementos/sons do folk com música do leste europeu. Em muito pouco tempo Beirut conquistou espaço chocando a opinião pública e os meios de comunicação que deram pouca importância à banda. A imprensa musical britânica elogiou o trabalho da banda a partir do álbum “Gulag Orkestar” traduzindo este trabalho como “Sublime misto de optimismo e de demissão…Um álbum maravilhosamente estranho e curioso”. Zach Condon é geralmente acompanhado por Perrin Cloutier (violoncelo / acordeão), Paul Collins (órgão / teclados / pandeireta / ukulele), Jason Poranski (bandolim / ukulele), Kristin Ferebee (violino), Jon Natchez (sax barítono / bandolim / Glockenspiel), Nick petree (bateria / percussão) e Kelly Pratt (trompete / eufônio), mais a ajuda de Jeremy Barnes e Heather Trost.


Discografia:

Álbuns:

The Joys of Losing Weight (usando o nome “Realpeople”)
Gulag Orkestar (9 de Maio, 2006)
The Flying Club Cup (9 de Outubro, 2007)
Live at The Music Hall of Williamsburg (Junho, 2009)

EPs:

Small-Time American Bats (2001) (usando o nome “1971”)
Calexico/Beirut 7″ split single – “The Guns of Brixton”/”Interior of a Dutch House” (13 de Novembro, 2006)
Lon Gisland (30 de Janeiro, 2007)
Pompeii EP (28 de Fevereiro, 2007)
Elephant Gun EP (25 de Junho, 2007)
March of the Zapotec/Holland EP (16 de Fevereiro, 2009)

Death Cab for Cutie


A banda americana de indie rock Death Cab for Cutie começou em 1997 na cidade de Bellingham (Washington) como um projeto solo de Ben Gibbard. Este gravou uma fita cassete intitulada 'You Can Play These Songs With Chords', que acabou obtendo um sucesso local e levou Gibbard a expandir a banda.
Com Ben Gibbard [vocais - guitarra - teclados], Nicholas Harmer [baixo], Natham Good [bateria] e Chris Walla [guitarra - teclados], o Death Cab for Cutie lançou em 1999 o seu primeiro álbum, intitulado 'Something About Airplanes', pelo selo Barsuk Records. Na sequência, em 2000, saiu 'We Have the Facts and We're Voting Yes', o segundo disco. O baterista Natham Good deixou a banda durante as gravações desse segundo trabalho. Posteriormente, Michael Schorr assumiu a bateria.
Em 2001 foi lançado o álbum 'The Photo Album'. No ano seguinte, o primeiro trabalho de Ben Gibbard, 'You Can Play These Songs With Chords', foi relançado com algumas raridades e covers adicionadas, incluindo uma versão para "This Charming Man", dos Smiths.
EM 2003 aconteceu mais uma mudança de baterista: Jason McGerr substituiu Michael Schorr. Nesse ano, o Death Cab for Cutie lançou o álbum 'Transatlanticism'. Músicas deste álbum foram utilizadas na trilha sonora das séries de TV "The O.C.", "Six Feet Under", "CSI: Miami" e "Californication".
Em 2004, o Death Cab for Cutie abandonou a Barsuk Records e assinou contrato com a Atlantic Records. O primeiro álbum pela Atlantic, o 'Plans', foi lançado em 2005.
Em 2008, a banda lançou o disco 'Narrow Stairs'. No ano seguinte saiu o EP 'The Open Door'. O sétimo álbum de estúdio do grupo - 'Codes and Keys' - foi lançado em 2011.

Álbuns

Codes and Keys 2011
Narrow Stairs 2008
Plans 2005
Transatlanticism 2003
The Photo Album 2001
We Have the Facts and We're Voting Yes 2000
Something About Airplanes
Fonte:Muzplay

Arcade Fire

Biografia

   Arcade Fire é um grupo musical formado na cidade de Montreal, Canadá em 2003. Seus membros são Win Butler, Régine Chassagne, Richard Reed Parry, William Butler, Tim Kingsbury, Sarah Neufeld e Jeremy Gara. Neufeld e Parry também tocam na banda instrumental Bell Orchestre. Outro músico frequentemente associado à banda é o violinista Owen Pallett, que fez os arranjos de orquestra e de cordas com Régine Chassagne para os dois primeiros álbuns, Funeral e Neon Bible, além de ter tocado com o grupo em concertos ao vivo.

A banda é conhecida por suas apresentações ao vivo, como também pelo uso de um grande número de instrumentos musicais; principalmente guitarra, bateria e baixo; mas também piano, violino, viola, violoncelo, xilofone, teclado, acordeão e harpa.

O primeiro álbum lançado pelo grupo, Funeral, estreou em setembro de 2004 no Canadá, e em fevereiro do ano seguinte na Europa. Seu título foi escolhido devido ao falecimento de diversos familiares de integrantes durante sua gravação, o que criou uma atmosfera sóbria que influenciou canções como “Une année sans lumière”, “In the Backseat” e “Haiti”. Funeral foi considerado um grande sucesso, obtendo boa repercussão entre críticos e na internet, além de atrair a atenção de músicos como David Bowie e Bono Vox. O crescente interesse gerado pela banda fez com que a gravadora Merge Records esgotasse todo seu estoque do álbum e proporcionou a entrada da banda no cenário musical internacional.

O segundo álbum da banda, Neon Bible foi lançado em 4 de Março de 2007 na Europa e em 5 de março nos Estados Unidos. Ele foi gravado numa igreja comprada pela banda devido à melhor acústica do local.
A primeira faixa de Neon Bible lançada oficialmente foi “Intervention”, através do serviço iTunes em Dezembro de 2006. Logo depois, a faixa”Black Wave/Bad Vibrations” também foi lançada na loja.
O primeiro single do álbum, “Black Mirror”, foi anunciado em Janeiro de 2007 e o segundo single, “Intervention”, no dia 21 de Maio de 2007.
Para promover o novo álbum, a banda criou várias estratégias publicitárias, incluindo a criação um site especial onde se encontrava um número de telefone para o qual os internautas podiam discar e ouvir a canção “Intervention”, além de letras das canções e uma página para se ouvir gratuitamente “Black Mirror”.
Com toda a expectativa gerada, Neon Bible estreou na primeira posição das paradas de álbum do Canadá e em segundo lugar na Billboard Top 200, a posição mais alta já alcançada por um álbum de estréia.

Após o sucesso do ultimo album do grupo, em 2 de agosto de 2010 no reino unido, e no estados unidos 1 dia depois, o album The Suburbs.
O album conta com cinco singles, The Suburbs, We Used to Wait, Month of May, Ready to Start, City With No Children.
O album do estilo Indie Rock possui uma batida mais regular que dos albuns anteriores.
Ele foi considerado o Álbum do Ano de 2010 no 53ª Grammy Awards. Conta com 16 faixas e só recebeu criticas positivas, ficou em primeiro lugar em tabelas do Canadá, Irlanda, Portugal, Reino Unido e Estados Unidos.
Mesmo para os fãs de musica pop, R&B e Rock, o album conta com arranjos e instrumentos que não soam tão estranhos, sendo uma opção musical para fãs de diversos generos.
O album ganhou destaque internacional em 2010 e ficou entre os mais ouvidos.

Os sites oficiais da banda são: www.arcadefire.com e www.myspace.com/arcadefireofficial.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcade_Fire

White Lies - Farewell To The Fairground









Biografia




White Lies é uma banda de rock alternativo de North Ealing, Londres formada em 2007, cuja gravadora atual é a Fiction Records. A banda é formada por Harry McVeigh (vocalista, guitarra), Charles Cave (baixo e backing vocals) e Jack Lawrence-Brown (bateirista). Lançaram oito singles: “Unfinished Business”, “Death”, “To Lose My Life”, “Farewell to the Fairground”, “Bigger Than Us”, “Strangers”, “Holy Ghost” e “The Power & The Glory”. O seu primeiro álbum, “To Lose My Life”, foi lançado em janeiro de 2009, estreiando em primeiro lugar nas paradas britânicas. “Ritual” é o segundo álbum da banda, lançado em 17 de janeiro de 2011.

Cave e Lawrence-Brown nasceram em Pitshanger Village, North Ealing e tocam juntos desde a escola. McVeigh, nascido em Shepherd’s Bush, juntou-se a banda dois anos depois. A banda nessa época chamava-se Fear of Flying. Cave considerava a banda apenas como um “projeto de fins-de-semana”, mas depois começaram a abrir os shows de bandas como The Maccabees, Jamie T e Laura Marling. Lançaram dois singles em vinil no selo independente Young And Lost Club. “Routemaster/Round Three” em 7 de agosto de 2006 e “Three’s A Crowd/Forget Me Nots” em 6 de dezembro de 2006. Ambos foram produzidos por Stephen Street, colaborador antigo de bandas como Blur e The Smiths.

Duas semanas antes dos membros da banda começarem a universidade, eles decidiram dar um tempo, porque acharam que as novas músicas não encaixavam-se bem com o que faziam antes. Cave disse que não podia mais escrever nenhuma letra pessoal, então passou a inventar histórias semi-cômicas que não eram importantes para ninguém. Eles anunciaram em outubro de 2007 no MySpace da banda que a Fear of Flying havia acabado. E passaram a adotar o nome White Lies, com músicas mais sombrias e um nome novo para refletir a maturidade da banda. Quando perguntado sobre a mudança de nome em uma entrevista dada numa rádio em San Francisco, Jack Brown disse que as novas músicas deveriam ser tocadas por uma nova banda, porque eram muito diferentes das que tocavam antes e que White Lies encaixava-se perfeitamente nessa idéia.



http://en.wikipedia.org/wiki/White_Lies_(band)

4 de maio de 2013

Jobs



•“Às vezes, quando você inova, comete erros. É melhor admiti-los rapidamente e continuar a melhorar suas outras inovações.”
•"Ser o homem mais rico do cemitério não importa para mim... Ir para a cama à noite, dizendo que fizemos algo maravilhoso... É isso que importa para mim.”
•"Eu valia mais de US$ 1.000.000 quando eu tinha 23, e mais de US$ 10.000.000 quando eu tinha 24 anos, e mais de $ 100.000.000 quando eu tinha 25 anos, e não era assim tão importante porque eu nunca fiz isso por dinheiro."
•"O único problema com a Microsoft é que eles simplesmente não têm gosto. Eles não têm absolutamente nenhum gosto. E eu não quero dizerem uma maneira pequena, quero dizer em forma geral, no sentido de que eles não pensam em ideias originais, e eles não trazem muita cultura em seus produtos.”
•"Fizemos os botões na tela parecerem tão bons que você vai querer lambê-los."
•"Inovação se distingue entre um líder e um seguidor".
•"Quero dizer, algumas pessoas afirmam: Oh, Deus, se [Jobs] for atropelado por um ônibus, a Apple estaria em apuros. E, você sabe, eu acho que não seria uma festa, mas há pessoas realmente qualificadas na Apple. Meu trabalho é fazer com que toda a equipe executiva seja boa o suficiente para serem sucessores, e é isso que eu tento fazer.”
•"Nós não temos a chance de fazer muitas coisas, e cada uma deve ser realmente excelente. Porque esta é a nossa vida. A vida é breve, e então você morre, sabe? E todos nós escolhemos o que fazer com as nossas vidas. Então é melhor que seja muito bom. É melhor valer a pena."
•"Eu sou a única pessoa que conheço que perdeu um quarto de bilhão de dólares em um ano... É muito bom para a construção do caráter."
•“Tenho tanto orgulho do que nós não fazemos quanto tenho do que fazemos.”
•"A qualidade é mais importante do que a quantidade. Um gol de placa é melhor do que um gol feio.” (original: “One home run is much better than two doubles.”)
•"Eu sempre quis possuir e controlar a tecnologia de ponta em tudo que fazemos."
•“É preciso dizer não para mil coisas para termos a certeza de que não estaremos no caminho errado ou não tentaremos fazer demais.”
•"Você quer passar o resto da sua vida vendendo água com açúcar ou você quer uma chance de mudar o mundo?" (Falada para convencer Sculley a sair da Pepsi e se tornar o CEO da Apple)
•"Estou convencido de que cerca de metade do que separa os empreendedores de sucesso daqueles malsucedidos é a pura perseverança."
•"Eu quero colocar uma marca no universo."
•"Meu trabalho não é o de pegar leve com as pessoas. Meu trabalho é torná-las melhores."
•"Design não é apenas o que parece e o que se sente. Design é como funciona.”
•"Os produtos cansam! Não há mais sexo neles! "
"One more thing..."



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/steve-jobs/14052-20-frases-inspiradoras-de-steve-jobs.htm#ixzz1nB3l0S00Steven Paul Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de outubro de 2011)[2] foi um inventor, empresário e magnata americano no setor da informática. Notabilizou-se como cofundador, presidente e diretor executivo da Apple Inc.[6] e por revolucionar seis indústrias: computadores pessoais, filmes de animação, música, telefones, tablets e publicação digital.[7]. Além de sua ligação com a Apple, foi diretor executivo da empresa de animação por computação gráfica Pixar e acionista individual máximo da The Walt Disney Company.

No final da década de 1970, Jobs, em conjunto com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II.[6] No começo da década de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica do usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh.[8]

Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1985, Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, e ele serviu como seu CEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor.[9]

Morreu em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos, devido a um câncer pancreático.[2]

Steve era casado desde 1991 com Laurene Powell, e deixou quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

A Doença de Jobs
Desde 2004 Jobs lutava contra um câncer no pâncreas, umas das formas mais agressivas e raras da doença. Desde janeiro ele estava de licença da Apple para cuidar da saúde, mesmo com sua forma bastante sigilosa de viver já haviam boatos de que sua situação era grave, normalmente acompanhadas de fotos que mostravam a forma como ele  estava debilitado.

Um gênio se foi, fique em Paz Steve, seu legado não será facilmente esquecido.NascimentoSteve Jobs nasceu em San Francisco, filho de Joanne Simpson e de Abdulfattah John Jandali, membro de uma proeminente família síria proprietária de poços de petróleo, empresas e propriedades agrícolas. O casal se conheceu em meados dos anos 50 na Universidade de Wisconsin. Os pais de Joanne, alemães católicos, eram contra o relacionamento[11].

Com a descoberta da gravidez em 1954, após uma viagem do casal à Síria, Joanne e Jandali decidiram não se casar e ceder o bebê para adoção[11]. Joanne viajou para São Francisco onde ficou sob proteção de um médico que cuidava de mães solteiras, fazia partos e cuidava de adoções sigilosas. Joanne exigiu que seu filho fosse adotado por um casal com pós-graduação universitária. Inicialmente, o bebê seria adotado por um advogado e sua esposa que acabaram declinado após o parto, pois queriam uma menina[11].

Após a recusa do primeiro casal, o bebê foi deixado sob guarda de Paul Reinhold Jobs, mecânico e ex-membro da guarda costeira e Clara Hagopian Jobs, filha de imigrantes armênios. Inicialmente Joanne recusou-se a assinar os papéis da adoção pois o casal não tinha completado o segundo grau. O impasse só terminou após Paul assinar um compromisso de criar um fundo para enviar o menino a faculdade[12].

JuventudeEm 1958, o casal Jobs adota uma menina chamada Patty e se muda para a casa número 286 da rua Diablo[13], em um loteamento em Mountain View ao sul de Palo Alto[14]. Em seu novo lar, Paul Jobs mergulha em seu hobby de reformar e vender carros usados. As primeiras lições sobre design foram aprendidas durante o tempo que Steve passava na garagem com seu pai, que tentava, infrutiferamente, ensinar sobre os princípios da arte da mecânica automotiva[15].

A atmosfera tecnológica adquirida por Palo Alto a partir dos anos 60 inspirou o jovem Steve a se aprofundar no campo da eletrônica, descoberta durante as horas passadas na garagem de casa.[16]. Durante o nono ano do ensino médio, Jobs começa a visita a garagem do engenheiro Larry Lang, que o introduz no Clube do Explorador da Hewlett-Packard, um grupo de estudantes que reuniam-se semanalmente no refeitório da empresa[17]. Em pouco tempo, Jobs consegue um emprego na empresa[18].

Durante o período colegial, começa a fumar maconha[19] e se aprofundar em atividades culturais como música e literatura. Na eletrônica, passa a frequentar as aulas dadas por John McCollum, durante o último ano do ensino médio. Nesse curso conhece Stephen "Steve" Wozniak, cujo irmão mais novo era colega de Jobs na equipe de natação[20].

A amizade entre os dois Steves mostrou-se frutífera desde o início. Ambos eram apaixonados por eletrônica e por " pregar peças"[21]. Um dos marcos do espirito "brincalhão" da dupla foi a criação de uma versão "Caixa Azul", um dispositivo que permitia a realização de chamadas de longa distância de graça, a partir da emissão de um som com frequência de 2600 hertz. O som com essa frequência servia como "chave de encaminhamento de chamada da rede telefônica". A dupla de amigos começou a vender o equipamento a 150 dólares.

A ideia para a construção do equipamento surgiu de uma reportagem da revista Esquire intitulada “Segredos da pequena Caixa Azul”. “No meio dessa longa reportagem, tive de ligar para meu melhor amigo, Steve Jobs, e ler partes dela para ele”, lembrou Wozniak [22]. A reportagem revelava que outros tons serviam como sinais de frequência única dentro da banda para encaminhar chamadas podiam ser encontrados em uma edição do Bell System Technical Journal. Numa tarde de domingo em setembro de 1971, Jobs e Wozniak invadiram a biblioteca do SLAC (Stanford Linear Accelerator Center) para obter a publicação[23].

Inicialmente a caixa azul era usada apenas para diversão. É folclórica a história em que Wozniak, fingindo ser Henry Kissinger ligou para o Vaticano para tentar falar com o Papa João Paulo II. A brincadeira tornou-se negócio após um estalo de Jobs, que percebeu o potencial do equipamento. O preço de custo para cada unidade era de 40 dólares e o equipamento seria vendido a 150 dólares. Adotando apelidos como Berkeley Blue (Wozniak) e Oaf Tobark (Jobs) a dupla começou a vender os equipamentos. Nas demonstrações, ligavam para Ritz, em Londres, ou um serviço de piadas, na Austrália. Os negócios com a "Caixa Azul" terminaram quando a dupla foi roubada por um cliente armado em uma pizzaria.

O empreendimento seria considerado por Jobs e Wozniak como um marco que permitiu a criação da Apple, pouco tempo depois. “Se não fosse pelas Caixas Azuis, não teria existido uma Apple. Tenho certeza absoluta disso. Woz e eu aprendemos a trabalhar juntos, e ganhamos a confiança de que podíamos resolver problemas técnicos e pôr efetivamente algo em produção.”, afirmou Jobs[24].

Sobre o curso de Caligrafia[25]
"Aprendi sobre letras com serifas e sem serifas, sobre variar a quantidade de espaço entre diferentes combinações de letras, sobre o que trona excelente uma tipografia excelente. Era lindo, histórico, artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não pode captar, e achei fantástico. - Steve Jobs
No verão de 1972, Steve sai de casa, contra a vontade dos pais, para morar em uma cabana com Chrisann Brennan. Nesse mesmo período começa a fumar ácido[26]. No final do mesmo ano ingressa na universidade Reed College em Portland, Oregon que cursaria formalmente apenas por seis meses. "Desistir foi a melhor coisa que fiz. Pude me dedicar às coisas que eu realmente queria fazer." disse anos mais tarde. Jobs passa 18 meses frequentando o campus da Reed College[27], onde ganhou permissão para acompanhar as aulas como observador. Entre os cursos assistidos por Jobs estava um curso de caligrafia que anos mais tarde influenciaria na tipografia do Macintosh[28].

Em seu período acadêmico, Jobs começa a ler livros sobre espiritualidade e iluminação[29] e se torna adepto de dietas compulsivas[30]. Jobs andava descalço pela universidade, não tomava banho e devolvia garrafas de refringente para receber alguns trocados. Aos domingos realizava caminhadas até o centro Hare Krishna para ganhar uma refeição quente[31]. Quando precisava de dinheiro, fazia pequenos reparos eletrônicos nos equipamentos do laboratório de Psicologia.

Em 1974 consegue um emprego na Atari. A empresa serviria de trampolim para que Jobs alcançasse a Europa e depois a Índia, onde faria uma jornada espiritual [32]. No início de 1975 Jobs estava de volta a Palo Alto e ao seu emprego na Atari, onde seria responsável, junto com Wozniak, de uma versão de Pong para um jogador. Jobs havia oferecido metade dos honorários a Wozniak, que na época trabalhava na Hewlett-Packard, se o projeto fosse concluído em quatro dias e com o mínimo de chips possível. A história é famosa porque Jobs pagou apenas metade do honorário e nenhum valor referente ao bônus pago pela economia de cinco chips. Wozniak só descobriria o calote dez anos depois[33].

Carreira Apple Computer Inc e Apple IVer artigo principal: Apple Inc. e Apple I

Apple I de 1976A Apple Computer Inc foi criada em abril de 1976 para comercializar um computador pessoa criado por Wozniak poucos meses antes. A ideia para o equipamento surgiu durante uma reunião do Homebrew Computer Club em 5 de março de 1975. Após ver um folheto sobre microprocessador, Wozniak teve um insight onde visualizou "teclado, tela e computador, todos juntos em um pacote integrado"[34]. Após meses trabalhando no projeto, no dia 29 de junho de 1975 surgem os primeiros caracteres na tela, em resposta ao digitar das teclas. "Digitei algumas teclas no teclados e fiquei chocado! As letras aparecera na tela. Foi a primeira vez na história que alguém digitou uma letra em teclado e viu aparecer na tela de seu computador, bem na sua frente" afirmou Wozniak[35].

Fascinado pela funcionalidade do aparelho, Jobs convenceu Wozniak a comercializar o equipamento. Para tanto, decidiram abrir uma empresa. Entre as primeiras sugestões para nome estavam termos da computação como Matrix, neologismos como Executek e nomes "desinteressantes" como Personal Computer Inc. Por fim, Jobs propõe Apple Computers. "Eu estava em uma das minhas dietas frugívoras. Tinha acabado de voltar da fazenda de maçãs. O nome parecia divertido, espirituoso e não intimidante. Apple tirava a aresta da palavra computador. Além disso, nos poria à frente da Atari na lista telefônica", explicou ao amigo Wozniak[36]. A divisão de ações e lucros foi dividido em 45% para Jobs, 45% para Wozniak e 10% para Ron Wayne, um engenheiro da Atari que tivera anteriormente uma empresa de máquinas caça-níquel. Wayne, pouco tempo depois, venderia sua parte aos demais sócios[37].

O primeiro grande lote, com 50 Apple I foi vendido à Byte Shop. Paul Terell, dono da longa de informática, ofereceu 500 dólares por computador se a Apple os entregassem totalmente montados. Após levantar 25 mil dólares para o empreendimento, Jobs instalou a equipe da Apple na garagem da sua casa, para começar a montar os computadores.

Apple II
O Apple II de 1977Ver artigo principal: Apple II
O próximo projeto da Apple Inc se tornaria o computador pessoal mais bem sucedido da história, vendendo quase 6 milhões de unidades em 16 anos[38]. Jobs e Wozniak planejavam um computador com "excelente invólucro, teclado incorporado e ser integrado de ponta a ponta, da fonte de alimentação ao software e ao monitor."[39]. O projeto foi viabilizado graças a Mike Markkula que ofereceu uma linha de crédito de 250 mil dólares em troca de uma participação acionária [40]. Em 3 de abril de 1977 a nova empresa — Apple Computer Co. — foi oficialmente criada e comprou a antiga sociedade que havia sido formada por Jobs e Wozniak nove meses antes[41].

A fonte de alimentação do Apple II foi outra revolução. Jobs queria evitar a necessidade de um ventilador e encomendou a construção de uma nova fonte ao engenheiro Rod Holt da Atari. Holt construiu uma fonte de enerigia comutável, que ligava e desligava milhares de vezes o que possibilitava armazenar a energia por muito menos tempo e consequentemente liberava menos calor. “Essa fonte de alimentação comutável era tão revolucionária quanto a placa lógica do Apple II. Rod não recebe muito crédito por isso nos livros de história, mas deveria. Todos os computadores usam agora fontes de alimentação comutáveis, e todos roubam o projeto de Rod”, explicou Jobs mais tarde[42].

Para o design, Jobs queria um trabalho que se destacasse diante dos computadores em suas caixas cinza metálico. Ele queria invólucro elegante, feito de plástico moldado leve. O trabalho foi encomendado originalmente a Ron Wayne, mas coube ao consultor Jerry Manock produzir a versão final.

O Apple II foi lançado oficialmente em abril de 1977 durante a primeira Feira de Computadores da Costa Oeste em San Francisco.A Apple recebeu trezentas encomendas na exposição, e Jobs conheceu um fabricante de tecidos japonês, Mizushima Satoshi, que se tornou o primeiro revendedor da Apple no Japão[43].

Apple IIILançado em maio de 1980, foi um fracasso. Randy Wigginton, um dos engenheiros, resumiu o problema: “O Apple III era uma espécie de bebê concebido durante uma orgia; mais tarde, todos estão com uma dor de cabeça terrível, e lá está aquele filho bastardo, e todo mundo diz: não é meu”[44].

O "assalto" ao Xerox ParcA visita ao Palo Alto Research Center, mais conhecido como Xerox PARC, durante o verão de 1979, está entre os momentos mais folclóricos da indústria da computação. Coube aos engenheiros Jef Raskin e Bill Atkinson convencer Jobs a conhecer as inovações criadas no centro de pesquisas da Xerox. A Apple negociou duas visitas mediante venda 100 mil ações, ao preço de dez dólares.

As exibições da funcionalidade do Xerox Alto impressionaram a equipe de engenheiros da Apple. O computador apresentava três tecnologias revolucionárias: A ligação de computadores em rede. A segunda era que a programação orientada para objetos e a terceira era interface gráfica e a tela de bitmap. As inovações só se estabeleceriam no mercado em 1983, com o lançamento do Apple Lisa.

O ataque da Apple ao Xerox Parc é descrito como "um dos maiores assaltos da história da indústria" e isso era endossado por Jobs, com certo orgulho: “Quer dizer, Picasso tinha um ditado que afirmava: ‘Artistas bons copiam, grandes artistas roubam’. E nós nunca sentimos vergonha de roubar grandes ideias.”. Outra avaliação aponta a situação como uma grande trapalhada da Xerox. “Eles estavam com a cabeça em copiadoras e não tinham a mínima ideia sobre o que um computador podia fazer. Eles simplesmente transformaram em derrota a maior vitória da indústria de computadores. A Xerox poderia ter sido dona de toda a indústria de computadores.” disse Jobs a respeito da direção da Xerox.

A Xerox chegou a lançar um computador com as inovações do Xerox Alto. Batizado de Xerox Star, o equipamento foi disponibilizado em 1981 visando o mercado de escritórios em rede. Custando 16.596 dólares no varejo foi um fracasso total, vendendo apenas 30 mil unidades.

Apple Lisa
Apple Lisa de 1983Ver artigo principal: Apple Lisa
O Apple Lisa foi concebido inicialmente como uma máquina de 2 mil dólares baseada em um microprocessador de dezesseis bits, em vez dos oito bits usados no Apple II. O projeto nasceu em 1979. Foi o primeiro computador da Apple a utilizar a interface gráfica, baseado na tecnologia do Xerox Alto. Jobs havia adotado o projeto mas foi convidado a se retirar, o que o fez adotar o projeto Annie que mais tarde seria rebatizado de Macintosh.

Embora fosse óbvio, levou anos até que Jobs admitisse que o equipamento foi batizado com o nome de sua primeira filha, Lisa Nicole Brennan-Jobs. Jobs renegou sua filha nos primeiros anos de vida. "Eu não queria ser pai”, explicou certa vez. A relação de pai e filha só se tornou mais próxima quando a menina completou 8 anos. Os engenheiro da Apple acabaram criando o acrônimo de Local Integrated Software Architecture para explicar o nome.

Embora revolucionário - contava com um sistema de proteção de memória aprimorado, sistema multitarefas, um sistema operacional baseado em disco rígido, suporte para 2MB de memória RAM, Slots de expansão, além da interface gráfica e uso de mouse - o Apple Lisa foi um fracasso comercial. Custava 9.999 dólares no varejo. Parte do fracasso comercial deveu-se a própria Apple e Jobs que converteram o Macintosh num concorrente mais barato que o Lisa com agravante do Mac ser mais rápido e totalmente incompatível com predecessor. O Lisa seria descontinuado em 1989 após duas upgrades, o Apple Lisa 2 e o Macintosh XL (um Lisa 2/10 com emulador de Macintosh).





Macintosh
Apple Macintosh 512KB. de 1984Ver artigo principal: Macintosh
O projeto Annie nasceu em 1979, fruto do desejo do engenheiro Jef Raskin de criar um equipamento simples, com tela, teclado e computador numa única peça e vendido por mil dólares. Raskin imaginava o computador pessoal como produto de massa, por isso trabalhava para baratear os custos. O projeto era tocado inicialmente por apenas quatro engenheiros e durante muito tempo esteve a ponto de ser abortado. Raskin considerava machismo batizar computadores com nomes femininos, por isso trocou o nome do projeto para "Macintosh", em homenagem a sua espécie de maçã favorita, McIntosh. A grafia foi modificada para não gerar processos com o fabricante de equipamentos de áudio McIntosh Laboratory.

Jobs começou a ficar fascinado pelas ideias de Raskin para o projeto - uma máquina barata para o grande público, com uma interface gráfica simples e design despojado - mas não concordava com a transgressão na qualidade para manter os custos baixos. Raskin e Jobs começaram uma disputa pela liderança do projeto que terminou com o afastamento de Raskin por ordem de Mike Scott, presidente da Apple na época. Jobs começou a recrutar engenheiros entre os funcionários da Apple e no começo de 1981 já contava com uma equipe de 20 pessoas. A equipe foi transferida para uma casa de dois andares a cerca de três quadras da sede da Apple. Era vizinha de um posto da Texaco e passou a ser conhecida como Texaco Towers.

A equipe retornaria a sede em meados de 1983. Nesse meio tempo, Jobs incitou uma rivalidade, nada saudável, entre as equipes do Mac e do Apple Lisa. No auge da disputa, Steve Capps, engenheiro do Mac hasteou uma bandeira pirata no recém construído prédio da Apple, que permaneceu tremulando por algumas semanas até que membros do Apple Lisa a sequestrassem. Após a ação, enviaram um bilhete a equipe do Macintosh pedindo resgate.

O Mac foi o primeiro produto da Apple a integrar a filosofia de desenvolvimento "de uma ponta a outra". Para Jobs, os melhores produtos eram os aparelhos completos com o software talhado para o hardware, e vice-versa. De acordo com essa linha de pensamento, há um sacrifício nas funcionalidades de um equipamento quando o sistema operacional e os softwares são desenvolvidos de forma genérica, para vários hardwares diferentes, havendo sempre o risco de incompatibilidade. Essa filosofia seria reafirmada anos depois com o iMac, iPod, iPhone e iPad.

O primeiro anúncio do Macintosh foi exibida durante os comerciais do Super Bowl XVIII em 22 de janeiro. As três redes nacionais ABC, CBS e NBC além de cinquenta estações locais levaram ao ar notícias sobre o anúncio 1984, que se propagou numa velocidade sem precedentes. A peça de 1 minuto dirigida por Ridley Scott e produzida pela empresa de publicidade Chiat/Day na Inglaterra foi escolhida pela TV Guide e pela Advertising Age como o maior comercial de todos os tempos.

O lançamento oficial do Mac aconteceu no dia 24 de janeiro de 1984, durante a reunião anual dos acionistas da Apple no auditório do Flint do De Anza Community College. Com capacidade para 2.600 lugares, o local estava lotado por acionistas, jornalistas e Apple maniacos. A apresentação teatral do equipamento deixou o púbico surpreso e entusiasmado. Jobs tirou o Mac de uma bolsa, conectou teclado e mouse e puxou um disquete de 3½ do bolso da camisa colocando-o no drive. Ao som de Carruagens de Fogo o Mac apresenta em sua tela a palavra "MACINTOSH" inicialmente na horizontal e depois descendo na vertical. Em seguida aparecem as palavras "Insanamente grandioso" como se estivessem sendo escritas de forma cursiva. A seguir são apresentadas imagens de captura de tela de softwares do Mac como o QuickDraw.

Uma surpresa no final da apresentação causou ainda mais frenesi ao já impressionado público. O Macintoshi foi o primeiro computador a se apresentar. Com uma voz eletrônica ele se dirigiu ao público da seguinte forma: “Olá. Sou o Macintosh. É ótimo sair daquela maleta, com certeza. Não estou acostumado a falar em público, mas quero compartilhar com vocês uma máxima que me ocorreu quando conheci um IBM de grande porte. Nunca confiem num computador que não consigam levantar. Gosto de falar, claro. Mas agora quero sentar e ouvir. Assim, é com muito orgulho que apresento um homem que tem sido como um pai para mim, Steve Jobs". O final da apresentação gerou cinco minutos de aplausos contínuos descritos pelo jornalista Walter Isaacson como "um pandemônio, com gente na multidão aos saltos e socando o ar num frenesi."

O sucesso do Macintosh inicialmente contribuiu com o aumento da influencia de Jobs sobre a Apple. As divisões do Mac e do Lisa foram unificados sob sua direção, mas o processo foi traumático para ambas as equipes. Jobs mostrava-se cada vez mais impiedoso e extravagante. O desgaste com as equipes acabaria por contribuir com sua saída no ano seguinte.

No segundo semestre de 1984, as vendas do Mac começaram a apresentar queda. A interface bonita e agradável não compensavam a baixa potência, lentidão do equipamento, ausência de disco rígido e pouca memória RAM. Embora fosse um computador deslumbrante não havia publicidade que conseguisse mascarar suas limitações.

Saída da AppleO sucesso inicial das vendas do Macintosh reafirmaram a personalidade difícil e as excentricidades de Jobs. Inicialmente John Sculley, presidente da Apple, o apoiou entregando-lhe as unidades unificados do Mac e do Lisa. As exigências extravagantes quanto a design e estética, cobranças cruéis de funcionários e parceiros acabaram desgastando sua imagem no conselho da Apple. As quedas nas vendas do Mac a partir do segundo semestre de 1984 e vendas nulas do Lisa acabaram levando Jobs e Scully a desentendimentos gerenciais.

No dia 24 de maio de 1985, uma reunião entre Jobs, Scully e o corpo executivo da Apple apoiou firmemente Scully. Coma restruturação planejadapor Scully, Jobs não ficaria com o controle de nenhuma divisão e nenhum encargo operacional, mas poderia ficar na empresa com o título de presidente do conselho e no papel de visionário dos produtos. Jobs não aceitou. Ele agora estava fora da Apple.

NeXTApós sua saída da Apple, Jobs mirou no mercado educacional criando a NeXT. Parte da equipe da nova empresa foi recrutada nas fileiras de engenheiros da Apple, o que gerou revolta em parte da diretoria da empresa. O embrolho seria resolvido com um acordo extra-judicial no final de 1986. Na NeXT Jobs teve oportunidade de se entregar a seus melhores e piores instintos na área de gerenciamento, design e trabalho coletivo.

O computador NeXT foi considerado caro por conselheiros acadêmicos. No lançamento o equipamento era vendido por 6.500 dólares enquanto as instituições de ensino exigiam preços entre 2 mil e 3 mil. As vendas do computador, lançado em meados de 1989, ficaram em torno de 400 unidades mensais. Número muito abaixo das previsões e da capacidade da NeXT. O fracasso na comercialização dos seus produtos obrigou Jobs a fechar o setor de hardware da empresa. O sistema operacional do NeXT seria, entretanto, responsável pela maior reviravolta na vida de Jobs e da Apple. A Apple precisava com urgência de um novo Sistema Operacional e a opção encontrada foi adquirir a NeXT e levar Jobs junto. O anúncio da aquisição foi feito em 20 de dezembro de 1996.

Retorno à Apple - 1997
Walter Mossberg e Kara Swisher entrevistam Steve Jobs e Bill Gates na conferência 'D5: All Things Digital', no Silicon Valley, em 2007Em 1996 a Apple, que estava desenvolvendo um novo sistema operacional, comprou a NeXT Computer, de Steve Jobs, para poder usar o NeXTStep como base para o seu novo sistema operacional. Com esta operação Jobs retornou para a Apple - que estava numa situação financeira frágil e a ponto de fechar - em 1997 como consultor. A companhia foi salva a tempo com a venda de 40% das ações à rival Microsoft, com uma ideia e um produto criativo de impacto introduzindo o iMac em 1998 com o novo sistema operacional o Mac OS 9. Com o passar dos anos a Apple readquiriu as ações da Microsoft, que evitaram a sua falência.

Depois do sucesso de vendas dos primeiros iMacs, preparou uma nova revolução, a de refazer o famoso Mac OS, criando uma nova e poderosa plataforma que uniu o poder e a estabilidade do sistema Unix com a praticidade e elegância do tradicional Mac OS. Em 2000 foi lançado o Mac OS X.

Sob a orientação de Jobs, a Apple aumentou suas vendas significativamente depois destas inovações implantadas por ele e a sua equipe. O iMac foi o primeiro computador introduzido no mercado com várias características avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, basicamente o plástico translúcido e colorido, o que decretou a morte da cor padrão para PCs (o bege), e a partir de então muitos deles passaram a usar este tipo de material nos produtos de informática em geral. Desde então, Jobs trabalhou muito em ideias criativas deste nível obtendo sucesso de vendas com elas.

Uma das suas inovações foi ramificar a Apple para além do seu mercado restrito da informática, passando a atuar na área de eletrônica, telecomunicações (iPhone), músicas digitais (AAC e MP3), com a introdução em 2001 do tocador portátil de música iPod, integrado com a loja de venda legal de música pela Internet através do iTunes, um software dedicado para reprodução de áudio, vídeo, CDs e de rádios online. O iPod conquistou o público pela sua leveza, praticidade, modernidade e simplicidade.

Em 2007 a Apple passou a comercializar telefones moveis, chamados de iPhone, com tecnologia de toque (batizada de multi-touch por aceitar toques simultâneos); em 2008 lançou a versão de tecnologia 3G do aparelho, iPhone 3G; em julho de 2009 lançou o iPhone 3Gs (speed), com comando de voz e muito mais rápido que os modelos anteriores.

Em junho de 2010, a Apple lançou o iPhone 4. Uma das maiores novidades, muito aguardada pelos usuários das versões anteriores, foi a possibilidade do multitask (execução de vários programas simultaneamente), além da câmera com 5 MP com flash, entre outras mudanças. O iPhone 4 foi alvo de polêmicas, após alguns usuários (0,55%, de acordo com a própria fábrica) constatarem que, se tocado em determinado ponto (onde ficava a antena), o equipamento sofria queda de sinal. Poucas semanas depois, Steve Jobs apresentou-se publicamente em uma conferência, admitindo a existência do problema. Para contorná-lo, os usuários teriam duas opções: receber gratuitamente uma espécie de capa para evitar o toque na antena; ou então ir a qualquer loja da Apple para a devolução do dinheiro.

MacWorldSteve Jobs fazia anualmente palestras emblemáticas (Keynotes), nas MacWorlds, quando lançava as suas tão esperadas ideias para a Apple (e o público ficava muito frustrado quando não havia novidades convincentes nestes eventos da Apple). Jobs e os seus parceiros apresentavam as novidades que a empresa lançaria em cada temporada. Muitas dessas novidades acabavam tornando-se tendência de mercado. No final de 2008, a Apple declarou que a MacWorld 2009 seria a última em que a empresa iria participar. Nesta edição do evento, Phil Schiller, vice-presidente de marketing de produtos da Apple na época, foi o palestrante oficial.

RivalidadesA rivalidade de Steve Jobs com Bill Gates, ex-presidente e principal acionista da Microsoft, já é elemento cultural do setor. Essa disputa pode ser verificada no filme produzido pelo canal de TV a cabo TNT, "Pirates of Silicon Valley" (Piratas do Vale do Silício, na versão em português), que aborda a biografia deles e das suas empresas, algumas vezes de forma exagerada. Podemos ver a disputa que existia entre eles e suas respectivas empresas muito antes de serem os ícones e "ídolos" que são hoje.

Pixar e DisneyEm 1986, Jobs comprou da Lucasfilm um estúdio de computação gráfica, o Pixar Studios, por 10 milhões de dólares. Com uma parceria estratégica com a Disney criou, produziu e lançou vários filmes em animação 3D de sucesso, tais como o Toy Story, Procurando Nemo, Ratatouille, "Up, Altas Aventuras" e o mais recente "Carros 2". Com a compra dos estúdios Pixar pelo grupo de comunicação e entretenimento Walt Disney, Jobs tornou-se o maior acionista individual da Disney, onde deveria ocupar um posto no conselho diretivo, segundo uma nota divulgada pela Disney no dia da aquisição, em janeiro de 2006.

RenúnciaNo dia 24 de agosto de 2011, Jobs renunciou à presidência da Apple. Ele esperava permanecer como presidente da mesa de direção da empresa, recomendando em sua carta de demissão que Tim Cook fosse nomeado seu sucessor.[45]

MorteSteve Jobs morreu no dia 5 de outubro de 2011 na sequência de um câncer pancreático, contra o qual lutava desde 2004.[2] O anúncio foi dado pela família dele, que disse: "morreu em paz hoje".[46][47] A empresa da qual ele foi fundador e CEO, a Apple, divulgou um comunicado separadamente anunciando a morte de Steve Jobs:[48]

Estamos profundamente tristes ao anunciar que Steve Jobs faleceu hoje.

O brilho de Steve, sua paixão e força foram as fontes de inúmeras inovações que enriquecem e melhoram todas as nossas vidas. O mundo é incomensuravelmente melhor por causa de Steve.

Os grandes amores da sua vida foram a sua esposa, Laurene e sua família. Nossos corações estão com eles e para todos que foram tocados por seus dons extraordinários.
—Apple We are deeply saddened to announce that Steve Jobs passed away today.

Steve’s brilliance, passion and energy were the source of countless innovations that enrich and improve all of our lives. The world is immeasurably better because of Steve.

His greatest love was for his wife, Laurene, and his family. Our hearts go out to them and to all who were touched by his extraordinary gifts.

No mesmo dia, o site corporativo da Apple recebia os visitantes com uma página simples mostrando o nome de Steve Jobs, o seu ano de nascimento e morte e um dos seus retratos mais famosos. Ao ser clicada, a imagem conduzia a uma página com um obituário que dizia:

A Apple perdeu um visionário e gênio criativo, e o mundo perdeu um ser humano incrível. Aqueles de nós que tiveram sorte o bastante para conhecer e trabalhar com Steve perderam um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixa para trás uma empresa que só ele poderia ter construído e seu espírito sempre será a base da Apple.
—Apple, http://www.apple.com/stevejobs/ (em inglês) Apple has lost a visionary and creative genius, and the world has lost an amazing human being. Those of us who have been fortunate enough to know and work with Steve have lost a dear friend and an inspiring mentor. Steve leaves behind a company that only he could have built, and his spirit will forever be the foundation of Apple.

Drogas
Em relação ao consumo de drogas, Jobs admitiu que, dias antes de seu casamento, provou haxixe e LSD. "Várias pessoas falaram sobre o uso de drogas de Jobs no passado. O Sr. Jobs também comentou sobre seu consumo de drogas", diz uma citação do relatório.

“Durante os anos 1960 e início dos anos 1970, Jobs pode ter experimentado drogas ilícitas", disse o arquivo. Um entrevistado não identificado declarou: “Jobs usou drogas ilegais, incluindo maconha e LSD, quando estava na faculdade”.

De acordo com a biografia escrita por Walter Isaacson, o executivo era conhecido por ser um rebelde corporativo da contracultura. Ele era um grande fã de Bob Dylan e chegou a namorar brevemente a cantora Joan Baez.

Conclusões
Apesar das dúvidas, os autores do relatório disseram que não viam razões para que o empresário não assumisse o cargo oferecido por Bush. Para realizar o documento, o FBI entrevistou 30 pessoas, entre vizinhos e colegas de trabalho.

O texto afirma que, embora tenha se reunido com funcionários da Apple, a empresa se mostrou pouco cooperativa com o Conselho de Exportações. Naquela época, Jobs tinha deixado a Apple e era presidente da Next e da Pixar.

Entrevistar o próprio Jobs para o relatório também não foi fácil, segundo afirmam os agentes do FBI, que informam que a secretária do executivo comunicou que Jobs não estaria disponível durante três semanas e não poderia dar “nem uma hora” de atenção para eles.



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