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19 de novembro de 2013

Black Flag! Ouça o primeiro álbum da banda em 28 anos!


A lendária banda punk Black Flag acaba de lançar “What The…”, primeiro álbum de inéditas em 28 anos.

5 de setembro de 2013

Greg Hetson deixa a Bad Religion





Greg Hetson, um dos guitarristas do Bad Religion, deixou a banda por tempo indeterminado

12 de maio de 2013

Buracos suburbanos....


Buracos Suburbanos

Psykóse

O dia anoiteceu, a noite esclareceu
A repressão policial
O céu se feixou e a chuva começou
A inundar esse país
Favelados se mudando
E a chuva inudando
Os buracos suburbanos
Os buracos suburbanos
BURACOS SUBURBANOS...


.



Histórica coletânea do punk rock brasileiro, montada com gravações inéditas feitas em 1982 e lançada originalmente em 1983 no formato de LP pelo selo Estúdios Vermelhos (do finado Redson, guitarrista e vocalista do grupo Cólera), Sub ganhou nova reedição em CD no ano de 2011 com distribuição da Voice Music. Considerada tão importante quanto a pioneira Grito Suburbano (1982), Sub reúne registros seminais dos grupos Ratos de Porão (ainda sem João Gordo na formação), Cólera, Psykoze e Fogo Cruzado. Quatro bandas pioneiras no punk nativo.

Ratos de Porão
1. Parasita
2. Vida Ruim
3. Poluição Atômica
Cólera
4. X.O.T.
5. Bloqueio Mental
6. Quanto Vale a Liberdade
Psykoze
7. Terceira Guerra Mundial
8. Buracos Suburbanos
9. Fim do Mundo
Fogo Cruzado
10. Desemprego
11. União entre Punks do Brasil
12. Delinqüentes
Ratos de Porão
13. Não Podemos Falar
14. Realidades da Guerra
15. Porquê?
Cólera
16. Histeria
17. Zero Zero
18. Sub-ratos
Psykoze
19. Vítimas da Guerra
20. Alienação do Homem
21. Desilusão
Fogo Cruzado
22. Inimizade
23. Punk Inglês
24. Terceira Guerra


21 de março de 2012

Garotos Podres - Punk oi do Brasil



Garotos Podres é uma banda brasileira de punk rock que nasceu em 1982, no município deMauá, São Paulo, na região metropolitana do ABC paulista.

(Este texto foi escrito e extraido do antigo site oficial da banda que era mantido pelo guitarrista e fundador do grupo Mauro, que ao sair da banda em 2008 retirou o site do web.)

nfluenciados pelas bandas de punk rock do final dos anos 70 e início dos anos 80, o grupo foi formado em 1982 na cidade de Mauá, que é uma das cidades que compõem a região doGrande ABC em São Paulo. Naquela época o Brasil se encontrava no auge do movimento punk no país, e várias bandas surgiam principalmente nos grandes centros urbanos.

Sua primeira apresentação aconteceu em 1983, na cidade de Santo André num evento que reuniu vários grupos de vários estilos musicais em prol do Fundo de Greve dos Metalúrgicos do ABC, daí para frente começaram a participar de vários eventos pela região. A primeira gravação aconteceu em 1984 quando foram convidados a participar de uma coletânea em K7 com as bandas: Corte Marcial, Infratores eGrito de Alerta.

Em 1985 entraram em estúdio para gravar o que seria uma demo-tape. Foram gravadas e mixadas catorze músicas em doze horas num estúdio de oito canais, e o resultado foi considerado tão bom para os padrões da época que onze destas músicas acabaram se tornando oálbum de estreia da banda, intitulado Mais Podres do que Nunca, editado pelo extinto selo Rocker e no ano seguinte pelo extinto selo Lup-Som. Esse disco chegou a marca das 50.000 cópias vendidas, um recorde de vendagem de discos independentes na época e continua sendo distribuído em CD até hoje.

Em plena ditadura militar, a censura brasileira tentava cumprir o seu papel. Apenas a música "Johnny" foi censurada, sendo proibida a sua execução. As músicas: "Papai-Noel Filho da Puta" e "Maldita Polícia" foram mudadas propositalmente pela banda para burlar a censura.
Dessa gravação três músicas foram incluídas na coletânea Ataque Sonoro editada pelo selo Ataque Frontal com várias bandas punks brasileiras, entre elas: Ratos de Porão, Cólera, Lobotomia, Grinders, Vírus 27, entre outras.

Tornou-se a primeira banda punk do Brasil a ter suas músicas veiculadas na programação normal de algumas rádios. Isso permitiu ao grupo a realização de vários shows pelo país, o que também colaborou na aceitação de outras bandas underground pela mídia.

Em 1988 lançam o seu segundo trabalho, Pior que Antes pela gravadora Continental, que teve a música "Batman" censurada, sendo proibida sua execução pelos meios de comunicação. A música "Subúrbio Operário" foi incluída no curta metragem Rota ABC, do cineasta Francisco César Filho em 1990, onde a banda faz uma participação. Isso rendeu a banda convites para participar de alguns programas de TV.

Após ficarem cinco anos sem lançar nenhum disco, em 1993 o selo Radical Records edita o terceiro álbum de estúdio, Canções para Ninar, emplacando nas rádios "rock" as faixas: "Fernandinho Veadinho", "Oi! Tudo Bem?" e "Rock de Subúrbio" (primeiro videoclipe da banda), enquanto são ameaçados de serem processados por uma certa pessoa que se sentiu ofendida com a faixa "Fernandinho Veadinho".

Em 1994 passam a manter contatos com selos da Europa, principalmente Portugal e Alemanha, o que resultou no lançamento de vários trabalhos em Portugal, Alemanha, França e Estados Unidos. Em 1995 realizam uma turnê pela Europa junto com a banda portuguesa Mata-Ratos.

No final de 1997 lançam o seu quarto álbum de estúdio, pela gravadora Paradoxx Music, Com a Corda Toda. A música "Mancha" foi escolhida para ser o segundo videoclipe da banda que contou com a participação do popular Pedro de Lara. É a última participação do baterista Português que após o término das gravações saiu do grupo.

Ainda em 1997, lançam o álbum Arriba! Arriba!, uma compilação com músicas inéditas de estúdio de várias épocas da banda e ao vivo Alemanha durante a turnê realizada 1995, além de faixas de demo-tape do início da banda, pela selo Fast'n'loud de Portugal.

Em Setembro de 2001, lançam de forma independente Live in Rio, gravado ao vivo no Ballroon, Rio de Janeiro em Outubro de 2000. É o primeiro trabalho com o baterista "Capitão Caverna" Nunes.

Em 2003, lançam Garotozil de Podrezepam que conta com versões das músicas "O Adventista" do Camisa de Vênus, "Born to Be Wild" doSteppenwolf e "A Internacional" poema de Eugène Pottier escrito em 1871 (posteriormente traduzido pelo militante anarquista portuguêsNeno Vasco em 1909). Em 2004 foi editado em Portugal e distribuido para a Europa pelo selo português Anti-Corpos D.I.Y.

Desde o início o que mais chamou a atenção da mídia e do público foram suas letras politizadas e irônicas, carregadas de sarcasmo ehumor negro, que muitas vezes foram incompreendidas e que causaram em algumas pessoas que são contra a música punk uma série de preconceitos e várias tentativas frustradas de rotular o grupo.

Apesar de estarem na estrada a vinte e seis anos, os Garotos Podres nunca sobreviveram de música, todos os integrantes têm outras atividades que lhes garantem o sustento e a sobrevivência da banda. Isto lhes deu a liberdade de criarem o seu próprio estilo musical e realmente só tocarem o que gostam.

Atualmente os Garotos continuam ensaiando e preparam o seu nono álbum, enquanto esperam o resultado da ação judicial que estão movendo contra a gravadora Paradoxx Music pelo não cumprimento de contrato e por não pagarem os direitos referentes ao CD Com a Corda Toda.

fonte:wikipédia

Jello Biafra- A lenda Punk






Eric Reed Boucher (Boulder17 de junho de 1958), mais conhecido pelo nome artísticode Jello Biafra é um cantor e compositor de punk rock e ativista político americano, ex-vocalista da banda Dead Kennedys. Após o fim do Dead Kennedys, Jello participou de projetos musicais chamados LardNO WTO Combo, Jello Bifra with Mojo Nixon, Jello Biafra With No Means No, Jello Biafra With The Melvins. Jello também fez participações especiais em músicas como "Politricks" do Sepultura e "The Code is Red" do Napalm Death. Jello fez a introdução dos discos "Smash" e "Ixnay on the Hombre" do grupo The Offspring e do disco "Raza Odiada" do grupo Brujeria.
Em 2008 Jello formou uma nova banda chamada Jello Biafra and the Guantanamo School of Medicine para se apresentar na festa de seu aniversário de 50 anos, a banda gravou um disco em 2009 e tem estado em turnê desde então.
Pouca gente sabe mas o engajamento político de Jello Biafra foi tão forte que ele chegou a se candidatar a prefeito de São Francisco e ficou em quarto lugar entre dez candidatos.
Jello Biafra é proprietário da gravadora independente Alternative Tentacles.
Nascido Eric Boucher em BoulderColorado é filho de Stanley Boucher um psiquiatra de trabalho social e poeta e Virginia Boucher, bibliotecária, tem uma irmã, Julie J. Boucher, Diretora do serviço de pesquisa biblitecária na Biblioteca do Estado do Colorado. Julie morreu em um acidente enquanto escalava uma montanha em outubro de 1996.[1]
Quando criança, Jello desenvolveu interesse em política internacional, sendo encorajado por seus pais. Era um espectador ávido de noticiários e uma de suas lembranças mais antigas é a notícia do assassinato de John F. Kennedy. Jello diz que é fã de rock desde que ouviu pela primeira vez em 1965, quando seus pais acidentalmente sintonizaram em uma rádio de rock. Durante os anos 70 ele se envolveu em reações de ativismo de alguns eventos como a Guerra do VietnãOs Sete de Chicago e o Massacre de Kent State.[2]Começou sua carreira na música em 1977 como roadie da banda "The Ravers"(que mais tarde trocaria de nome para The Nails). No mesmo ano entrou para a Universidade da Califórnia.[3] Estudou artes cênicas e a história do Paraguai antes de sair da faculdade e se envolver no cenário punk da Califórnia.










The Dead Kennedys


Em junho de 1978, ele respondeu a um anúncio colocado em uma loja pelo guitarrista East Bay Ray, que dizia "Guitarrista quer formar uma banda punk",[4] e juntos formaram o Dead Kennedys. Ele começou a tocar com a banda com o nome artístico de "Occupant", mas brevemente trocou por Jello Biafra. Jello escrevia as letras das músicas, das quais a maioria são de natureza política e demonstram sarcasmo, às vezes absurdos e senso de humor apesar da seriedade dos assuntos. Na tradição do punk pacífico inglês de bandas comoCrass, o Dead Kennedys foi uma das primeiras bandas punk dos Estados Unidos a escrever músicas politizadas. As letras de Jello ajudaram a popularizar composições bem humoradas no hardcore. Jello cita Joey Ramone como a inspiração para seu uso de humor nas músicas (assim como por ser o músico a deixá-lo interessado em punk rock), citando músicas dos Ramones como "Beat on the Brat" e "Now I Wanna Sniff Some Glue".[5]
Jello inicialmente tentou compor músicas usando uma guitarra, mas sua falta de experiência no instrumento e seu reconhecimento de ser desastrado com as mãos levou o baixista da banda Klaus Flouride a sugerir que Jello simplesmente cantasse os fragmentos que havia imaginado.[6] Jello mais tarde começou a gravar seus riffs e melodias em um gravador de fitas, o qual levava aos ensaios da banda e a sessões de gravação. Isso mais tarde se tornou um problema quando os outros integrantes do Dead Kennedys resolveram processar Jello Biafra por royalties e direitos autorais.
Sua primeira música de sucesso foi o primeiro single do Dead Kennedys, "California übber Alles". Na música Jello imitava o governador da Califórnia, Jerry Brown. A música recebeu várias versões de outras bandas como The Disposable HeroesThey Might Be Giants e Six Feet Under. Pouco tempo depois o Dead Kennedys lançou seu segundo grande hit, "Holiday in Cambodia" que foi lançado no seu primeiro álbum chamado "Fresh Fruit for Rotting Vegetables". O site Allmusic. cita esta música como "possivelmente o single de maior sucesso na cena hardcore americana",[7] e Jello afirma que esssa é sua música preferida do Dead Kennedys.[8] Algumas outras músicas que fizeram sucesso do mesmo álbum são "Kill the Poor" e um cover satírico de "Viva Las Vegas" de Elvis Presley.
Em 1981 a banda causou uma controvérsia ao lançar o single "Too Drunk to Fuck". A música se tornou um grande hit na grã-bretanha, e aBBC temia que se tornasse um hit grande o suficiente para alcançar o top 30 nas paradas nacionais, fato que requeria uma menção no "Top of the Pops" (conhecido programa de televisão com apresentações de artistas musicais). Porém a popularidade do single foi ligeiramente menor, chegando ao número 31.[9]
Os álbuns seguintes também contam com músicas memoráveis, mas com menos popularidade do que as primeiras. O EP "In God We Trust, Inc." possui as faixas "Nazi Punks Fuck Off!", na qual Jello Biafra ofendia uma boa parte do seu público e "We've Got A Bigger Problem Now", uma versão reescrita de "California Über Alles" sobre Ronald Reagan. O álbum mais controverso da banda foi "Frankenchrist", que trazia a música "MTV Get Off the Air", na qual Jello acusava a emissora MTV de promover música de baixa qualidade e sedar o público. O álbum também tinha no seu encarte o controverso poster intitulado "Penis Landscape", do artista surrealista suíço H. R. Giger.
A banda fez turnês durante toda a carreira, começando no final dos anos 70 em clubes do sul da Califórnia como o "Whiskey a Go Go", mas eventualmente tocaram em clubes maiores ao redor do país, incluindo o "CBGB" em Nova York. Nos anos 80 tocaram para platéias maiores como no "Bay Area Music Awards" em 1980 (quando tocaram pela única vez a notória "Pull My Strings") e no festival "Rock Against Reagan" (1983).Depois da separação da banda, as novas músicas de Jello passaram a ser gravadas com outras bandas, lançando apenas álbuns de "Spoken Word" como trabalho solo. As colaborações com outras bandas tiveram menos sucesso que os trabalhos anteriores com o Dead Kennedys, apesar de a música "That's Progress", originalmente gravada com o D.O.A. para o álbum "Last Scream of The Missing Neighbors", ter recebido exposição considerável ao aparecere na compilação "Rock Against Bush, Vol. 1" em 2004.

[editar]Acusação por obscenidade

Em abril de 1986, oficiais de polícia fizeram uma batida na casa de Jello em reação a uma denúncia feita pelo "Parents Music Resource Center"(PMRC). Em junho de 1986, Jello foi processado e levado ao tribunal por distribuir "material ofensivo a menores" no álbum do Dead Kennedys "Frankenchrist". A disputa na realidade não foi nem por causa da música nem pelas letras do disco, mas pelo poster incluso no encarte, uma cópia da obra Landscape XX (Penis Landscape) de H.R. Giger. Jello acredita que a acusação teve motivação política; foi muitas vezes relatado que PMRC levou Jello Biafra à corte como uma forma com custo-benefício de mandar uma mensagem à outros músicos que possuem material considerado ofensivo em suas músicas.[10]
Encarando a possível sentença de um ano de prisão e uma fiança de dois mil dólares, Jello, Dirk Dirksen e Suzanne Stefanac fundaram o "No More Censorship Defense Fund", financiado por diversas bandas punk, para ajudar a pagar os honorários legais, que nem Jello nem o seu selo conseguiriam pagar. O juri ficou no impasse de 5 para 7 a favor da absolvição, incitando um julgamento incorreto; Apesar de uma moção de um representante do distrito para um novo julgamento, o juiz ordenou que todas as queixas fossem retiradas. O Dead Kennedys se separou durante os julgamentos, em dezembro de 1986, devido ao aumento dos custos legais; assim que a banda terminou, Jello lançou sua carreira com "spoken word". Seus primeiros álbuns spoken word são focados fortemente nos julgamentos (especialmente em "High Priest of Harmful Matter), que o fez renomado por sua posição anti-censura.
Jello fez uma ponta no filme "Tapeheads" de 1988. Ele faz o papel de um agente do FBI que prende os dois personagens principais, protagonizados por Tim Robins e John Cusack. Enquanto durante a prisão seu personagem diz: "Remember what we did to Jello Biafra?" (br: "Vocês se lembram do que fizemos à Jello Biafra"), satirizando a obscenidade da instauração de seu processo.
Em 25 de março de 2005, Jello participou do programa de rádio "This American Life", episódio 285 no quadro "Know Your Enemy" (br: conheça seu inimigo), que apresentava uma conversa telefônica entre Jello Biafra e Michael Guarino, o advogado de acusação do julgamento de "Frankenchrist". O episódio foi sobre a mudança de opinião de Guarino e a reconciliação entre os dois.

[editar]Ação judicial de membros da banda e turnês de reunião

Em outubro de 1998, os ex-integrantes do Dead Kennedys processaram Jello Biafra por falta de pagamento por royalties. De acordo com Jello, o processo foi feito por sua recusa em deixar um dos singles mais famosos da banda ("Holiday in Cambodia") ser usado em uma propaganda da marca Levi's. Jello se opõe a Levi's porque ele acredita que eles usam práticas de negócio injustas e exploração de funcionários nas fábricas. Os três membros afirmaram que os motivos para o processo não tinham nada a ver com propaganda, e que haviam processado Jello porque ele havia negado royalties a eles e falhado em promover os álbuns da banda. Jello continuou afirmando que nunca negou royalties à banda, e que nem mesmo ele havia recebido royalties pelos relançamentos dos seus álbuns e pelos álbuns ao vivo póstumos que foram licenciados para outro selo da parceria "Decay Music". A Decay Music por sua vez, negou a acusação e publicou que depositaram os cheques referentes aos royalties. Jello também reclama sobre os créditos de composição nos relançamentos e álbuns de arquivos ao vivo de músicas que Jello diz ter composto sozinho para toda a banda.
Em maio de 2000, um juri instituiu Jello Biafra responsável por fraude e malícia e ordenou que ele pagasse 200 mil dólares incluindo 20 mil como punição por danos aos outros membros da banda.[11] Depois de uma apelação dos advogados de Jello, em junho de 2003, a "California Court of Appeal" por unanimidade manteve todas as condições do veredito do ano 2000 contra Jello e a Alternative Tentacles.[12]
Os outros membros do Dead Kennedys se reunirão em 2001 sem Jello Biafra com o nome de "DK Kennedys" (mais tarde retornando ao nome original), substituindo Jello primeiramento por Brandon Cruz, depois por Jeff Penalty, e finalmente por Ron "Skip" Greer. Jello criticou as táticas legais dos seus companheiros de banda e suas turnês de reunião, pode-se ver alguma crítica na música "Those Dumb Punk Kids (Will Buy Anything)", a qual e toca com o The Melvins.

[editar]Outras bandas

Em 1988, Jello, com Al JourgensenPaul Barker (Ministry) e Jeff Ward formaram o Lard. A banda se tornou um projeto lateral da banda Ministry, com Jello fazendo as letras e vocais. De acordo com uma entrevista de 2009 com Jourgensen, ele e Jello estão trabalhando em um novo álbum do Lard, que está sendo gravado em seu estúdio em El Paso.[13]
Enquanto trabalhava no filme "Terminal City Ricochet" em 1989, Jello fez uma música para a trilha sonora do filme com o D.O.A., como resultado, Jello gravou o álbum "Last Scream of the Missing Neighbors" com a banda. Jello também trabalhou com o Nomeansno na trilha sonora, que o fez participar no álbum "The Sky is Falling and I Want My Mommy" no ano seguinte. Jello também fez a letra da música "Biotech Godzilla" para o álbum "Chaos A.D." de 1993 da banda Sepultura.
Em 1999, Jello e outros membros do movimento antiglobalização protestaram da "WTO Meeting of 1999" em Seattle. Ao lado de outros músicos proeminentes da costa oeste, ele formou a banda temporária No WTO Combo para ajudar a promover as causas do movimento. A banda inicialmente estava agendada para tocar durante os protestos, mas as apresentações foram canceladas por causa dos tumultos. A banda tocou algumas músicas na noite seguinte no "Showbox" no centro de Seattle, dividindo o palco com o grupo de hip hop Spearhead. A banda mais tarde lançou um CD de gravações do show, intitulado "Live form the Battle in Seattle".
No final de 2005, Jello se apresentou com a banda The Melvins sob o nome de "Jello Biafra and the Melvins", apesar dos fãs algumas vezes se referirem a eles como "The Jelvins". Juntos eles lançaram dois álbuns, e estiveram trabalhando juntos para um terceiro lançamento, a maioria das músicas foi apresentada em dois show no "Great American Music Hall" em San Francisco durante o evento chamado "Biafra Five-O", em comemoração ao aniversário de 50 anos de Jello Biafra, o 30º aniversário do Dead Kennedys e a legalização do casamento gay na California. Jello também está trabalhando com uma nova banda conhecida como Jello Biafra and the Guantanamo School of Medicine, que inclui Ralph Spight (Victims Family) na guitarra e Billy Gould (Faith No More) no baixo. Essa banda tocou pela primeira vez durante o "Biafra Five-O"


fonte:wikipédia

5 de março de 2012

punks vs nazi

TUDO ISSO É UMA GRANDE BABAQUICE, NÃO É IDEOLOGIA E SIM APENAS VIOLÊNCIA, ANTI-SEMITISMO E INTRANSIGÊNCIA , QUE SERÁ FRUTO DE NOVAS MATÉRIAS, TRIBOS E TRETAS, MAS AGORA NO BRASIL.

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