12 de dezembro de 2011

Vaga-lume Origem

Ordem: Coleoptera
Nome Científico: Lampyris noctiluca.
Tamanho: 20 mm.
Hábitat: Gramados.
O nome provém da fêmea  sem asas que, à noite, produz uma luz esverdeada para atrair o macho. As fêmeas são maiores que os machos, que têm asas de um marrom pálido. As larvas são semelhantes às fêmeas adultas e alimentam-se de pequenas lesmas.
Vaga-lume


Os
vaga-lumes ou pirilampos são insetos coleópteros das famílias elateridae, Fengodidae ou Lampyridae, notório por suas emissões luminosas. As larvas alimentam-se principalmente de vegetais e outros insetos menores.[1] A espécie mais comum no Brasil é a Lampyris noctiluca, na qual apenas os machos são alados.
Como ler uma caixa taxonómicaVaga-lume
Lampyris noctiluca.jpg

Luminosidade

Seus órgãos bioluminescentes localizam-se na parte inferior dos segmentos abdominais e, em alguns casos, na cabeça. A luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear, com mediação da enzima luciferase, resultando em oxiluciferina que perde energia, fazendo assim o inseto emitir luz. 


 Famílias

  • Os Elaterídeos têm cor variante do castanho escuro ao marrom avermelhado. Na parte anterior do tórax, duas manchas que, quando apagadas, têm coloração alaranjada. Usa-se achar que essas manchas são os olhos do pirilampo. Mas são suas 'lanternas'. Uma terceira lanterna fica no abdómen e só entra em actividade quando o insecto está voando. É tão desenvolvida que chega a emitir um facho de luz de quase um metro de diâmetro. Esses vaga-lumes costumam voar muito alto, acima da copa das árvores. A luz que emitem é contínua. Na lanterna torácica, a luz tem uma tonalidade esverdeada. Na lanterna abdominal, é amarelo-alaranjada. O ciclo de vida dos elaterídeos é longo: dois ou mais anos. Os adultos vivem somente no verão, períodos em que se acasalam. Os ovos são postos em madeiras semi-apodrecidas no interior das matas. Após cerca de quinze dias, surgem as primeiras larvas, que passarão quase dois anos comendo outros insectos e crescendo, até se transformarem nas pupas, que irão depois converter-se em insectos adultos.
  • Nos Fengodídeos, as fêmeas sempre têm aspecto larvar. São somente conhecidas como bondinho eléctrico ou trem de ferro. Algumas espécies de fengodídeos emitem luz vermelha, na região da cabeça, e esverdeada no corpo. Outras emitem luz esverdeada em todo corpo. Os machos, alados, têm pontinhos luminosos em posição e número variáveis, todos no abdómen. Sabe-se que as larvas gostam de comer gongolos, o popular piolho-de-cobra. E são muito vorazes; sugam toda a parte mole do corpo do bicho, dispensando as partes duras. Emitem luz contínua e vivem no chão, à procura de suas presas.
  • Os Lampirídeos têm um ciclo biológico longo. Variam muito de cor, do castanho-claro ou escuro ao castanho-amarelado ou avermelhado. As lanternas ficam no ventre e variam de tamanho e disposição. Emitem luz esverdeada intermitente durante as poucas horas do entardecer. Habitam matas, campos e cerrados, preferindo os lugares húmidos e alagadiços como os brejeiros. Adultos e larvas alimentam-se com frequência de caramujos. Em algumas espécies as fêmeas também têm aspecto de larvas, que emitem sua luz por órgãos luminescente situados no abdómen.

 Nomes

O nome "pirilampo" tem origem no grego, pyris (pyros)=fogo e lampis= Luz, tendo sido supostamente empregue pela primeira vez na língua portuguesa por D. Joana Josefa de Meneses, Condessa da Ericeira. Vaga-lume, segundo o Dicionário da Academia, é eufemização de caga-lume, sinónimo de formação popular. São também conhecidos os nomes lampíride, lampírio, lampiro, lumeeira, lumeeiro, mosca-de-fogo, pirífora, salta-martim. Desses sinônimos, vários são brasileiros, alguns de origem lusitana.

Curiosidades sobre as cigarras






Dezessete anos de gestação e pouco mais de um mês de vida adulta ... Assim é a vida das cigarras.

Só quem canta são os machos, para atrair as fêmeas e afastar seus predadores,os pássaros,pois o som além de ser doloroso ao ouvido sensível das aves,também interfere na sua comunicação,dificultando a caça em grupo, através de um aparelho estridulatório que êles possuem de cada lado do primeiro segmento abdominal e cada espécie de cigarra emite o seu som característico.

Elas cantam mais ao amanhecer e ao entardecer e, com menor intensidade, nas horas mais quentes do dia.

Elas têm uma forma característica e, com um comprimento que varia de 15 a pouco mais de 65 milímetros, possuem também um "bico" comprido para se alimentar da seiva das árvores e das plantas aonde costumam viver.

A maioria das espécies brasileiras tem um período total de vida ao redor de 17 anos, sendo que na sua fase adulta elas vivem por mais ou menos um mês.

Se, por um lado, ela é importante no eco-sistema por servir de alimento para os seus predadores naturais, por outro ela é nociva por ser uma grande praga para algumas plantas, visto que as suas ninfas se alimentam da seiva das raízes dessas plantas e causam grandes prejuízos pela quantidade de líquidos vitais que elas retiram e pelo ferimentos que causam às raízes, facilitando assim a penetração de fungos e de bactérias.

É variado, segundo cada espécie, o tempo que as larvas permanecem sob a terra, mas para sete espécies do gênero Magicicada esse tempo é sincronizado, ou seja, todas elas saem do chão ao mesmo tempo, para cerca de duas semanas de canto ensurdecedor, acasalamento e postura de ovos.

Em resumo, é o seguinte o ciclo de vida das cigarras:

- As fêmeas põem os seus ovos e morrem logo depois.

- Os ovos eclodem.

- Os insetos jovens ( ninfas ) caem no chão e entram na terra.

- As ninfas vivem na terra por 4 a 17 anos (dependendo da espécie) se alimentando da seiva das raízes.

- Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.

Entre os insetos, as cigarras são as únicas que produzem o som estridente que todos conhecem. Algumas espécies conseguem atingir 120 decibéis com facilidade, enquanto outras menores realizam a proeza de alcançar uma sonoridade tão aguda que o seu canto simplesmente não é percebido pelo ouvido humano, embora cachorros e outros animais possam chegar a uivar de dor por causa dele.

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