25 de fevereiro de 2013

Homossexualismo e religião




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Mario Bonfante
Mario Bonfante, um padre italiano, que era responsável por uma igreja na região de Lombardia, usa a rede social Facebook para assumir que é gay, e é excomungado pela igreja Católica.


A igreja justifica a expulsão do padre, dizendo que ele está contra as normas, e pela ousadia do padre ter enviado uma carta para os superiores dizendo que não crê nas normas e decisões tomadas pela igreja
.

“Sou um sacerdote homossexual, um homem feliz e gay”. Disse ele.
Pedofilia
A Ordem dos Salesianos de Dom Bosco, na Holanda, 
anunciou na segunda-feira que realizará uma investigação
 sobre abusos sexuais cometidos há quase 40 anos por 
religiosos contra alunos de um colégio interno de Arnhem, 
no leste do país. Há alguns anos, denúncias do tipo deixaram
 de ser novidade dentro da Igreja Católica.
Nos últimos tempos, porém, casos do tipo ganharam outra 
dimensão e abalaram as autoridades eclesiásticas. Em 2002,
 um dos maiores escândalos veio à tona e sacudiu a opinião
 pública. Naquele ano, nos, Estados Unidos, o homem sob os
 holofotes era Bernard Law, cardeal de Boston. Quando o padre
 John Geoghan foi levado a julgamento acusado de estuprar 
mais de 130 crianças, tornou-se público que o cardeal o tinha
 transferido de uma paróquia para outra, sempre que ele se
 envolvia em um novo caso de pedofilia. Ou seja, Law era o 
homem que jogava toda a sujeira de Geoghan para debaixo do
 tapete – e fez o mesmo com outros padres abusadores.
Na mesma época, outros casos tornaram-se públicos, deixando
 o Vaticano em apuros.No Brasil, uma dezena de padres foi 
denunciada por abusos sexuais de menores. Na França, 30
 religiosos receberam condenação por pedofilia na última 
década. Na Irlanda, a Igreja já pagou o equivalente a 110
 milhões de dólares em indenizações às vítimas de abusos 
sexuais em escolas e orfanatos e  desde 1983. Mais de 
cinquenta padres foram condenados no país. Já na
 Austrália, as indenizações totalizaram 2,6 milhões de 
dólares somente em 1996, quando 200 estudantes 
de um internato católico foram molestados sexualmente 
por religiosos.
Além do abuso de menores, outro fantasma assombra a 
Igreja católica: o homossexualismo entre os padres. 
Aqui no Brasil, em 1993, um abade da Ordem de São 
Bento de Olinda renunciou ao cargo e fugiu do país depois
 que seu caso com o tesoureiro da instituição se tornou público.
 Ao sair do país, dom Sebastião Héber Vieira da Costa deixou 
um rastro comprometedor: uma coleção de cartas 
apaixonadas que escreveu ao professor Juvino Teixeira de 
Carvalho Filho, de 42 anos – um homem casado, pai de 
três adolescentes e ex-responsável pelas finanças do mosteiro.
Anos mais tarde, a história se repetiu na Espanha, onde
 um padre não apenas revelou publicamente que é gay, como
 afirmou que raros sacerdotes católicos “homossexuais ou 
heterossexuais” respeitam o voto de castidade. A 
repercussão da declaração de José Mantero, 39 anos,
 pároco numa cidadezinha no extremo sul da Espanha, foi
 ampliada pelo veículo usado para as inconfidências: a
 revista Zero, dirigida ao público homossexual. A capa
 da publicação mostrava Mantero de batina e tinha como
 manchete uma declaração que a Igreja prefere esquecer: 
“Dou graças a Deus por ser gay”. Os bispos espanhóis 
reagiram com indignação e Mantero foi suspenso
Diante de tantos escândalos, a Igreja às vezes tenta conter
 condutas que julga impróprias, mas acaba criando ainda mais
 polêmica. Em 2003, ela lançou um dicionário de 900
 páginas e 78 verbetes que abordavam questões 
como aborto, contracepção, divórcio e homossexualidade.
 Dentre os textos, um dos mais controversos é dedicada 
ao sexo seguro. No verbete, decreta-se que essa é uma 
categoria que não existe. A intenção era censurar o uso 
de preservativos. O dicionário garante que a camisinha 
reduz em apenas 10% o risco de contrair Aids em uma 
relação sexual. A informação não é verdadeira: o uso
 do preservativo previne o contágio por HIV em 99% dos 
casos. Ou seja, o risco de se contrair a doença utilizando-o
 é de 1%, desprezível do ponto de vista estatístico.
Pedofilia, pederastia e efebofilia

Um estudo nacional encomendado pela Conferência Americana 
de Bispos Católicos ao John Jay College of Criminal Justice
(Universidade John Jay de Justiça Criminal) revelou que a
 maioria dos casos de abuso sexual de menores praticados 
por padres católicos não envolviam casos de abuso sexual
 de crianças, mas sim de jovens pubescentes ou 
pós-pubescentes, podendo caracterizar de efebofilia 
(preferência sexual por adolescentes) e mais especificamente
 como pederastia (relação homossexual masculina entre 
adulto e adolescente.A pedofilia se refere a uma preferência 
sexual por crianças pré-púberes e é considerada uma doença 
mental pela OMS.
O relatório da Universidade John Jay indica que de 80% a 90% 
dos padres que abusaram sexualmente de menores nos 
últimos 52 anos envolveram-se na verdade com garotos 
adolescentes, enquanto o percentual restante se refere ao 
abuso sexual de crianças pré-púberes. Em resposta ao relatório,
 o médico Dr. Rick Fitzgibbons, principal elaborador da 
declaração Homossexualidade e Esperança (Homosexuality and Hope),
 da Associação Médica Católica dos EUA, defende uma reforma 
completa nos seminários católicos para incluir no programa 
ensinamentos sobre a moralidade sexual.
Críticos dessa posição defendem que estudos científicos 
demonstram que o facto de alguém ter abusado sexualmente 
de menores do mesmo sexo não está relacionado com a 
orientação sexual da pessoa adulta e, como tal, essa medida
 é ineficaz e até abusiva.
Resposta da Igreja ao escândalo

Face às crescentes denúncias e ao escândalo descoberto,
 o cardeal português José Saraiva Martins afirmou que 
"não devemos estar muito escandalizados se alguns
 bispos sabiam dos casos, mas mantiveram segredo. 
É isso que acontece em qualquer família, não se 
lava roupa suja em público", acrescentando que as 
denúncias que vêm ocorrendo derivam de interesse 
financeiro e que são parte de um complô contra a Igreja.
Contrariando o tom do cardeal Saraiva Martins, o 
Papa Bento XVI escreveu, em Março de 2010, uma
 carta pastoral condenando mais uma vez a pedofilia,
 que já era condenada pela doutrina católica. Nesta carta,
 o Papa Bento XVI, que foi acusado de encobrir vários 
casos de padres pedófilos, expressou a sua profunda 
"vergonha" pelos crimes de pedofilia cometidos pelos 
clérigos católicos, "pediu desculpa às vítimas" e disse
 ainda "que os culpados devem responder “diante 
de Deus e dos tribunais”". O Papa ainda "“assinalou 
erros graves de julgamento e falhas de liderança”"
 dentro da Igreja e pediu a continuação dos "“esforços 
para remediar os erros passados e prevenir situações
 idênticas através do direito canónico e da cooperação c
om as autoridades civis”". 
O cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer,
 não negou as denúncias de pedofilia mas criticou as 
tentativas de órgãos de imprensa de responsabilizar o
 papa Bento XVI por todos os males da instituição.
Fonte: veja,wikipédia,youtube

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